COLUNISTA
A FIGURA DO PAI
   
Um pai presente é como a luz que guia o peregrino durante sua longa jornada

Por Jaime Folle
03/08/2021 14h27

Apesar da evolução e das mudanças do modernismo, ainda é importante que o nome do pai esteja inscrito na lista familiar, pois quando não houver o entendimento no seio familiar e social, é que se faz valer a figura do poder dele, como o esteio da base familiar junto com a mãe.

Se a nossa cultura prioriza os objetos ao invés do amor e da alma familiar. Aí vai permanecer uma posição fragilizada sem base para uma briguinha saudável em família, pois os objetos materiais e sociais tomaram este espaço e construíram o declínio do conjunto social da família ao redor dos pais, onde a desagregação familiar é eminente no conjunto das prioridades materiais e sociais sem a presença do seu esteio do pai.

Um pai presente é como a luz que guia o peregrino durante sua longa jornada, ajuda a escolher o melhor caminho, oferece o conforto e calor, dá abrigo e segurança nos momentos mais difíceis da vida. Reconhecer essa luz é a recompensa maior que um pai pode receber de seus filhos.

Assim como um espelho que pode se ver toda a família dentro dele, vemos um pai como uma relação que reflete esta verdade onde ele junta neste espelho todos os membros de sua prole.  Um pai de verdade nunca abandonará os seus filhos em um momento de provação, pelo contrário ele sempre vai ser  o porto de segurança, sabedoria e conforto para todos nos momentos de dificuldades.

Filhos criados demasiadamente em cima de objetos sem o olhar seguro de pai, jamais terão vida coletiva em plenitude. Não se concebe um navio sem um comandante. Uma nave sem seu piloto. Um ônibus sem seu motorista. Mesmo sendo máquinas necessitam obedecer ao comando de alguém. Uma família precisa necessariamente o comando do pai consequentemente a mãe e os filhos estarão mais seguros.

Não se constroem famílias no viver independentes, não vai haver internet, computador, celular e outros objetos que possam substituir a figura do comando de um pai ou de uma mãe.

Podemos mudar muita coisa, mas jamais substituir um pai por objetos de domínio ou por modelagens de programas nas redes sociais para distrair os filhos.

Até a Próxima.

   

  

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